Da matriz 5×5 ao risco residual: como cadastrar, escolher o tratamento e acompanhar cada risco.
Os botões de gestão não aparecem para Colaborador ou Analista de Dispute. Ver um risco não significa poder editá-lo.
O módulo registra ameaças e oportunidades que podem afetar processos, objetivos e resultados. A avaliação usa uma matriz 5×5: o sistema combina probabilidade e impacto para calcular a pontuação e o nível do risco: baixo, médio, alto ou crítico.
No menu lateral, em Qualidade, clique em Mapa de Riscos. Os cartões do topo mostram o total e quantos riscos há em cada nível.
Traz a matriz 5×5 (clique numa célula para ver os riscos dela), o perfil de risco por departamento e gráficos por departamento, categoria e status.
Consulta detalhada com busca por número, título ou processo e filtros por nível, status e categoria.
Agrupa os riscos pelos processos e etapas em que ocorrem.
No alto da página, o quadro azul Risco sugerido propõe riscos a partir dos dados do sistema, como recorrência de NCs num departamento ou um requisito não atendido em auditoria. Clique em Criar Risco para aproveitar a sugestão, já com origem e pontuação inicial, ou em Ignorar.
Registre direto (Manual) ou relacione a outro dado do sistema: auditoria, fornecedor, cliente, indicador, reclamação ou análise crítica. Os dados da origem vêm preenchidos.
Informe o título ou atividade, a descrição, a categoria (operacional, estratégico, financeiro, compliance, ambiental, segurança, tecnologia, fornecedor ou cliente), a causa e a consequência. Assim o risco fica escrito como “se (causa), então (consequência)”.
Escolha departamento e responsável. Processo e Subprocesso/Etapa são campos à parte: eles alimentam a Visão por Processo e não servem para descrever causa ou consequência.
Clique em Criar risco e, no detalhe, faça a avaliação inicial.
O detalhe mostra cinco etapas: Identificação, Avaliação, Tratamento, Risco residual e Monitoramento. O quadro Jornada do risco resume o caminho: o risco inerente (antes de tratar), a estratégia escolhida com o progresso do plano e o risco residual (depois), com a variação percentual. Próximo passo diz o que falta e a linha do tempo registra cada mudança, com autor e data.
Clique numa célula da matriz para definir probabilidade (1 a 5) e impacto (1 a 5). O sistema mostra o resultado e o nível. A detectabilidade (1 a 5) é opcional: quando informada, calcula o RPN (pontuação × detectabilidade), como na análise FMEA.
Cada estratégia abre campos próprios, e não há mais um plano de ação genérico para todas:
Em qualquer estratégia você pode registrar os controles existentes (com tipo e eficácia, de excelente a inexistente), anexar evidências, comentar e vincular documentos (procedimentos, planos) que comprovam o controle.
Depois dos controles e ações, reavalie probabilidade e impacto: o resultado é o risco residual, a exposição que sobra. Em Monitoramento, defina a próxima revisão para não perder o risco de vista. O status do risco (Aberto, Em Tratamento, Monitorando ou Encerrado) deve refletir a situação real, e riscos encerrados ficam protegidos contra edições.