Trilha da Qualidade
Gestão e melhoria9 min de leituraGestorQualidade

Mapa de Riscos: identificar, avaliar e tratar

Da matriz 5×5 ao risco residual: como cadastrar, escolher o tratamento e acompanhar cada risco.

Acesso e permissões

Quem pode visualizar

Usuários com acesso ao módulo consultam o mapa e os riscos da empresa.

Quem pode criar, editar ou executar ações

Gestor, Qualidade e Master cadastram e editam riscos, controles e planos de ação. Quem recebe uma ação atualiza a execução dela. Só Qualidade ou Master exclui um risco.

Os botões de gestão não aparecem para Colaborador ou Analista de Dispute. Ver um risco não significa poder editá-lo.

O que é o Mapa de Riscos

O módulo registra ameaças e oportunidades que podem afetar processos, objetivos e resultados. A avaliação usa uma matriz 5×5: o sistema combina probabilidade e impacto para calcular a pontuação e o nível do risco: baixo, médio, alto ou crítico.

Visões do mapa

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    Abra Mapa de Riscos

    No menu lateral, em Qualidade, clique em Mapa de Riscos. Os cartões do topo mostram o total e quantos riscos há em cada nível.

    Percorrendo a matriz 5×5, a lista e a visão por processo.
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    Visão Geral

    Traz a matriz 5×5 (clique numa célula para ver os riscos dela), o perfil de risco por departamento e gráficos por departamento, categoria e status.

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    Lista

    Consulta detalhada com busca por número, título ou processo e filtros por nível, status e categoria.

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    Visão por Processo

    Agrupa os riscos pelos processos e etapas em que ocorrem.

No alto da página, o quadro azul Risco sugerido propõe riscos a partir dos dados do sistema, como recorrência de NCs num departamento ou um requisito não atendido em auditoria. Clique em Criar Risco para aproveitar a sugestão, já com origem e pontuação inicial, ou em Ignorar.

Cadastrar um risco

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    Defina a origem

    Registre direto (Manual) ou relacione a outro dado do sistema: auditoria, fornecedor, cliente, indicador, reclamação ou análise crítica. Os dados da origem vêm preenchidos.

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    Descreva o risco

    Informe o título ou atividade, a descrição, a categoria (operacional, estratégico, financeiro, compliance, ambiental, segurança, tecnologia, fornecedor ou cliente), a causa e a consequência. Assim o risco fica escrito como “se (causa), então (consequência)”.

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    Relacione à estrutura

    Escolha departamento e responsável. Processo e Subprocesso/Etapa são campos à parte: eles alimentam a Visão por Processo e não servem para descrever causa ou consequência.

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    Crie e avalie

    Clique em Criar risco e, no detalhe, faça a avaliação inicial.

A jornada do risco

O detalhe mostra cinco etapas: Identificação, Avaliação, Tratamento, Risco residual e Monitoramento. O quadro Jornada do risco resume o caminho: o risco inerente (antes de tratar), a estratégia escolhida com o progresso do plano e o risco residual (depois), com a variação percentual. Próximo passo diz o que falta e a linha do tempo registra cada mudança, com autor e data.

O detalhe de um risco: jornada, avaliação, tratamento, risco residual e monitoramento.

Avaliar

Clique numa célula da matriz para definir probabilidade (1 a 5) e impacto (1 a 5). O sistema mostra o resultado e o nível. A detectabilidade (1 a 5) é opcional: quando informada, calcula o RPN (pontuação × detectabilidade), como na análise FMEA.

Escolher o tratamento

Cada estratégia abre campos próprios, e não há mais um plano de ação genérico para todas:

  • Mitigar: plano de ação (descrição, responsável e prazo), com o percentual de conclusão calculado a partir das ações concluídas.
  • Evitar: a ação para eliminar a atividade ou impedir o risco, o responsável e a data prevista.
  • Aceitar: justificativa, responsável pela aprovação, data da aprovação e próxima data de revisão.
  • Transferir: tipo (seguro, fornecedor, contrato, terceiro ou outro), quem assume o risco, documento ou contrato vinculado e vigência.
  • Compartilhar: partes envolvidas, forma de compartilhamento e a responsabilidade de cada uma.

Em qualquer estratégia você pode registrar os controles existentes (com tipo e eficácia, de excelente a inexistente), anexar evidências, comentar e vincular documentos (procedimentos, planos) que comprovam o controle.

Risco residual e monitoramento

Depois dos controles e ações, reavalie probabilidade e impacto: o resultado é o risco residual, a exposição que sobra. Em Monitoramento, defina a próxima revisão para não perder o risco de vista. O status do risco (Aberto, Em Tratamento, Monitorando ou Encerrado) deve refletir a situação real, e riscos encerrados ficam protegidos contra edições.

Atenção

Não reduza a nota do risco residual sem evidência de que o controle foi implantado e funciona. Um risco residual otimista é pior do que nenhum.

Uma ação não está disponível

  • Confirme se o seu perfil é Gestor, Qualidade ou Master.
  • Veja se você é o responsável pela ação.
  • Confira se o risco já está encerrado.
  • Para excluir, procure a Qualidade.